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Em resposta ao processo de consulta às comunidades realizado nas regiões onde atuamos, estabelecemos um conjunto de quatro (4) pilares que orientam as ações de investimento social conduzidas pela organização, são eles:​​

​A qualidade de vida e o bem-estar social são indicadores muitas vezes subjetivos da felicidade e conforto existente na vida das pessoas que formam nossa comunidade. Ao falarmos de vitalidade social, traduzimos o ânimo e a disposição das comunidades em se engajar por melhores condições de vida, de experimentar e buscar experiências culturais, esportivas, e recreacionais que colaborem para a formação de um cidadão mais completo, com horizontes e perspectivas mais amplos.

O apoio a projetos dessa natureza, somado à contribuição para melhoria de condições de oferta do trabalho de instituições de caridade ou assistência social são iniciativas bem vistas pela empresa. Ainda nesta visão, observamos oportunidades de apoio a um setor constantemente gerido pela própria comunidade – o setor da saúde – e se propõe a apoiar iniciativas de melhoria nas condições de atendimento oferecidos por instituições de saúde beneficentes locais.

​Em adição ao seu sistema de gestão, às melhores práticas ligadas à preservação do meio ambiente e aos prêmios recebidos ao longo de nossa atuação no Brasil, entendemos que a educação e conscientização ambiental extrapolam o alcance da empresa, e integram junto à sociedade um conjunto de esforços indispensáveis para a promoção do meio ambiente.

Ao identificar e estimular práticas de moradores e proprietários do entorno, academia ou parceiros técnicos que estejam ligadas à preservação do meio ambiente, com um viés sustentável, existe amplo potencial para estabelecimento de parcerias. Temas como gestão ambiental, preservação das bordas dos reservatórios, melhor uso da água, pesquisa e desenvolvimento tecnológico e eficiência energética são vistos como extremamente adequados e ligados à visão, missão e valores da companhia.

​O desenvolvimento local passa necessariamente pela educação e pela formação de um cidadão consciente de seus direitos e deveres. A educação, neste processo, é a ponte que conduz o indivíduo a uma constante condição de reflexão, e lhe dá oportunidade de atuação e modificação sobre sua realidade e sobre a realidade do local onde vive. A sustentabilidade, aliás, é preconizada pela educação e pelo o diálogo.

Mais: a criação de um diálogo construtivo entre empresa e comunidade evolui à medida que os interlocutores se desenvolvem. Assim, iniciativas ligadas à educação de jovens e adultos, ao apoio ao trabalho de Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e projetos sociais com viés educacional são vistas como necessárias, consistentes e estruturantes pois compõem as bases para a geração de uma sociedade mais atuante e com melhores perspectivas de desenvolvimento econômico e social.

​A visão decorrente do engajamento e relação direta com municípios mostra que, aparte às tradicionais carências, existe nos municípios um potencial de melhoria e canais a serem identificados e trilhados para construção de melhores alternativas econômico-financeiras locais. Há oportunidade para o investimento na qualificação de lideranças e profissionais locais, de modo a desenvolver a gestão pública e em especial aquela com participação comunitária. Deste modo, com a capacitação, dá-se mais condições para identificação de soluções e desenvolvimento local.  Somado a este, há o desafio de se identificar linhas de atuação genuínas e adequadas ao perfil destas comunidades, buscando opções para a criação ou ampliação de renda para famílias, principalmente aquelas em condições de risco social.
 
A partir desta base, constituem-se Premissas para formação de Parcerias, a saber: 
  • Relação Direta com objetivo e ao menos um dos pilares do ISP;
  • Associação direta às regiões nas quais a empresa mantém atuais ou futuras operações, bem como atuais ou futuras relações de negócios;
  • Organização realizada de maneira plural, participativa e democrática;
  • Condução visando a promoção do bem coletivo, com impacto socioambiental mensurável;
  • Formação de parcerias com instituições públicas ou privadas legalmente constituídas, que comprovem positiva reputação junto à sociedade;
  • Priorização de iniciativas que tenham o melhor alcance dentro da área de cobertura geográfica da empresa e que também envolvam o maior número de stakeholders relacionados à empresa.
  • Necessidade de atendimento aos protocolos específicos para cada tipo de iniciativa, estipulado nas políticas internas da companhia para Patrocínios, Doações ou outros temas afins.
  • Todas as iniciativas conduzidas devem se comprometer a apresentar relatórios a respeito de sua condução/conclusão.

 Nós da Rio Paranapanema Energia S.A. e Rio Sapucaí-Mirim Ltda, atuamos como geradores e comercializadores de energia elétrica e focamos na gestão sistemática de riscos, impactos socioambientais e oportunidades de promoção do desenvolvimento sustentável, em alinhamento com as estratégias e diretrizes da companhia e em conformidade com requisitos legais aplicáveis às nossas atividades, especificações e interesses dos nossos clientes e demais partes interessadas.
 
Declaramos nosso compromisso de defesa e proteção aos Direitos Humanos, Direitos da Criança e Direitos Fundamentais do Trabalho, em alinhamento a Padrões e Tratados conclamados nacional e internacionalmente, pautados por princípios de responsabilidade, transparência e ética que orientam todas as nossas relações.
 
Estamos cientes dos servi
ços que prestamos, bem como das características e magnitudes das operações relacionadas à inserção na estrutura social, ao uso dos recursos naturais e energéticos. Atuamos para prevenir e controlar os impactos socioambientais e riscos à saúde e a segurança das pessoas em atenção à comunidade e demais partes interessadas, sempre apoiados na prevenção de riscos ao meio ambiente, à saúde e segurança e atuação socialmente responsável em nossos projetos.
 
Avaliamos periodicamente o desempenho de nossos processos, de acordo com os compromissos assumidos para a gera
ção e comercialização de energia elétrica, de forma a, sistematicamente, melhorar a qualidade do meio ambiente, a saúde e segurança e a satisfação dos nossos empregados, clientes e demais partes interessadas. 
 
Estabelecemos objetivos, metas e requisitos de gest
ão para o meio ambiente, saúde e segurança e responsabilidade social, alinhados com as estratégias da companhia.
 
Estamos empenhados na comunicação transparente com nossos empregados, clientes, comunidades e demais partes interessadas, para alcançar o desempenho desejado nas questões de meio ambiente, saúde e segurança e responsabilidade social.

 

COMPROMISSO CONTRA O TRABALHO INFANTIL E ANÁLOGO AO ESCRAVO
 
Com o objetivo de reafirmar seu compromisso com os públicos com os quais interage, assegurando o desenvolvimento sustentável de seus negócios, assumimos formalmente as medidas preventivas e corretivas a serem adotadas para a reparação do trabalho infantil e análogo ao escravo, caso sejam identificados em instalações, extensivo aos seus contratados, fornecedores e sub-fornecedores.

A empresa se compromete a:
  • - Afastar a criança ou jovem trabalhador encontrado em situação irregular de trabalho, que caracterize o trabalho infantil;
  • - Afastar o trabalhador que encontrado em situação irregular de trabalho, que caracterize o trabalho análogo ao escravo;
  • - Exigir o atendimento da idade mínima de contratação, conforme legislação vigente e aplicável, e Recomendação OIT 146;
  • - Permitir acesso às vagas de trabalho sem retenção indeterminada de documentos ou depósitos prévios;
  • - Analisar, criticamente, os processos internos para a prevenção de recorrência da situação identificada;
  • - Exigir que os fornecedores adotem as mesmas medidas preventivas e corretivas e preventivas caso sejam encontradas irregularidades, incluindo em sub-fornecedores.
 
Definições

Trabalho Infantil: qualquer trabalho realizado por uma criança com idade menor do que a prevista em legislação vigente e aplicável, em alinhamento às definições da Recomendação OIT 146.

Trabalho Forçado: Compulsório e/ou Análogo ao Escravo: todo trabalho ou serviço que um indivíduo não tenha se oferecido para realizar voluntariamente e seja obrigada a realizar, sob ameaça de punição ou retaliação, ou seja, obrigado como forma de ressarcimento de débito, em alinhamento às definições da Convenção OIT 29.