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Usinas

USINAS

A Companhia possui capacidade instalada de 2.274MW, com operações instaladas nos Rios Paranapanema e Sapucaí-Mirim. São elas:​​​​​

Trata-se da mais antiga usina hidrelétrica em operação no Rio Paranapanema. O valor histórico da Usina Salto Grande é imenso, uma vez que suas obras e posterior operação contribuíram para o desenvolvimento local, atraindo indústrias de transformação e fomentando o transporte ferroviário. Além disso, a usina é também reconhecida por ter participado do início da nacionalização da tecnologia hidrelétrica. As obras civis de Salto Grande começaram em 1951 e a inauguração ocorreu em 28 de abril de 1958, com a presença do então presidente da República, Juscelino Kubitschek, e do governador do Estado de São Paulo, Jânio Quadros. No entanto, a usina somente começou a operar com carga máxima em abril de 1960, quando o último grupo gerador entrou em operação.

Dados técnicos:
Localização – próxima das cidades de Salto Grande (SP) e Cambará (PR)
Conclusão – 1960
Turbinas – 4 tipo Kaplan
Potência – 74 MW
Área do reservatório – 14,91 km² (aproximadamente 1.988 campos de futebol)

Com início em 1956, suas obras representaram um importante passo para o desenvolvimento em toda a área de influência do rio. Nessa época, a região do Médio Paranapanema recebia energia elétrica de pequenas hidrelétricas ou de geradores das próprias prefeituras, que funcionavam poucas horas por dia. Inaugurada a usina, várias cidades da região passaram ao abastecimento regular de energia elétrica. A estrutura de Jurumirim permite a geração de 98 MW para o sistema energético brasileiro, e a barragem, que levou regularização ao Paranapanema, tornou possível a operação da Usina Salto Grande em todo o seu potencial. Com um reservatório de 7,2 bilhões de m³ de água e 449 km² de área inundada, hoje a barragem de Jurumirim é peça-chave no aproveitamento da região do Médio Paranapanema.

 

Dados técnicos:
Localização – próxima das cidades de Piraju (SP) e Cerqueira César (SP)
Conclusão – 1962
Turbinas – 2 tipo Kaplan
Potência – 100,9 MW
Área do Reservatório – 470,9 km² (aproximadamente 62.720 campos de futebol).

 

 

Um dos mais importantes aproveitamentos do rio Paranapanema, com 414 MW de potência instalada, a usina Chavantes foi iniciada em 1959 e teve seu primeiro grupo gerador em operação em 1970. Sua barragem proporciona o armazenamento de 9,4 bilhões de m³ de água, regularizando grande parte da vazão média do rio, o que contribui para o controle de cheias e assegura irrigação e outros usos da água à região ribeirinha. Em Chavantes está instalada a Vila Técnica, base das equipes responsáveis pela manutenção e operação das usinas, condução de programas socioambientais e suporte administrativo e tecnológico. Nos anos 2000, foi implantado na UHE Chavantes o Centro de Operações da Geração (COG). Marco no avanço tecnológico nas usinas do Paranapanema, o COG alterou significativamente a operação dos empreendimentos, uma vez que a empresa passou a ter condições de supervisionar e operar remotamente, via satélite, suas oito usinas e os respectivos reservatórios.
 
Dados técnicos:
Localização: próxima de Chavantes (SP) e Ribeirão Claro (PR)
Conclusão: 1971
Turbinas: 4 tipo Francis
Potência: 414 MW
Área do Reservatório: 428,34 km² (aproximadamente 57.112 campos de futebol)

 

Maior usina do Paranapanema e uma das maiores do Brasil, com 619 MW de potência instalada, Capivara possui também o maior reservatório ao longo do rio, com 609,73 km² de área e 10,5 bilhões de m³ represados. Assim como nas hidrelétricas Jurumirim e Chavantes, trata-se de um reservatório de acumulação – grande caixa d’água que recebe e armazena no período chuvoso as águas que, no período seco, garantem a continuidade da geração e, ainda, diversos usos pelas comunidades. Dessa forma, cumpre um importante papel na prevenção de cheias. As obras de Capivara foram iniciadas em 1971 e concluídas em 1978, no entanto, o seu primeiro grupo gerador entrou em operação em 1977. O empreendimento fez parte de um novo momento de aproveitamento hidrelétrico do rio Paranapanema, sendo que uma de suas grandes contribuições foi ampliar a interligação dos sistemas elétricos regionais.

Dados técnicos:
Localização – próxima de Taciba (SP) e Porecatu (PR)
Conclusão – 1978
Turbinas – 4 tipo Francis
Potência – 619 MW
Área do reservatório – 609,73 km² (aproximadamente 81.297 campos de futebol) 

 

Localizada no Pontal do Paranapanema, Rosana é a última usina do Paranapanema, encontrando-se no ponto mais próximo da foz do rio, quando suas águas juntam-se àquelas vindas do rio Paraná. Sua construção começou em julho de 1980, e mesmo com as dificuldades econômicas que afetaram as obras das hidrelétricas à época em construção, Rosana prosseguiu em ritmo normal. A montagem da usina foi escalonada. Em 1987, o primeiro grupo gerador entrou em operação, ampliando a capacidade do sistema em 80 MW. Os demais grupos foram instalados anos depois, em 1994 e 1996, quando as obras de implantação da usina foram concluídas e a potência total chegou a 354 MW, em seus quatro grupos geradores.

 

Dados técnicos:
Localização – entre Rosana (SP) e Diamante do Norte (PR)
Conclusão – 1987
Turbinas – 4 tipo Kaplan
Potência – 354 MW
Área do reservatório – 261,44 km² (aproximadamente 34.859 campos de futebol)

Localizada a 80 quilômetros de Capivara, no sentido da foz do Paranapanema, a usina Taquaruçu é a segunda maior do rio em capacidade de geração, sendo composta por cinco turbinas, com potência total de 525 MW. Suas obras civis tiveram início em 1980 e sua inauguração deu-se em 1992, entrando em operação entre 1994 e 1996. Essa usina tem a importante função de controlar a vazão do rio Paranapanema, por meio de nove comportas, por onde podem passar um total de 18,1 mil m³ de água por segundo. Em Taquaruçu, desenvolvemos diversos programas ambientais de médio e longo prazo, com o objetivo de reconstituir a fauna e a flora originais das áreas de formação do reservatório.

 

Canoas I é uma usina de menor porte localizada entre as usinas Canoas II e Capivara. Juntamente de Canoas II, é uma das mais novas hidrelétricas do Paranapanema, inaugurada em 1999, gerando 81 MW. Assim como ocorre com Canoas II, esta usina também traz em seu projeto uma grande preocupação pela preservação do meio ambiente. Diversos programas ambientais são realizados visando preservar substancial parcela da flora e da fauna nas áreas que circundam os empreendimentos.

Dados técnicos:
Localização – Entre Cândido Mota (SP) e Itambaracá (PR)
Conclusão – 1999
Turbinas – 3 tipo bulbo
Potência – 82,5 MW
Área do reservatório – 34,99 km² (aproximadamente 4.665 campos de futebol)

A construção da hidrelétrica Canoas II começou em 1992. Além de aumentar a geração de energia, muitos outros benefícios foram levados à região: obras de infraestrutura, como pontes e estradas, que possibilitaram o escoamento da produção entre regiões vizinhas, facilitaram o tráfego e geraram mais empregos para a população. Canoas II – assim como Canoas I – é um típico exemplo de respeito pela natureza. Em sua concepção, optou-se pela construção de uma hidrelétrica de menor porte, sendo possível reduzir em mais de 40% a área de inundação de terras férteis.

Dados técnicos:
Localização – Entre Palmital (SP) e Andirá (PR)
Conclusão – 1999
Turbinas – 3 tipo bulbo
Potência – 72 MW
Área do reservatório – 25,71 km² (aproximadamente 3.428 campos de futebol)

Pequena Central Hidrelétrica localizada no Rio Sapucaí – Mirim, a PCH Retiro, juntamente com a PCH Palmeiras são parte integrante da geração em energia limpa/alternativa de baixo impacto ambiental. 
 
Dados técnicos:
Localização: entre as cidades de São Joaquim da Barra (SP) e Guará (SP)
Inicio da operação: 2013
Turbina: 1 tipo Bulbo
Potência: 16 MW
Tipo de Reservatório: Fio d´água​
Área do Reservatório: 2,8 km² - (aproximadamente 371 campos de futebol)
 

Localizada no Rio Sapucaí – Mirim, a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Palmeiras, está localizada entre a mesorregião de Ribeirão Preto.

Dados técnicos:
Localização: entre as cidades de São Joaquim da Barra (SP) e Guará (SP)
Inicio da operação: 2012
Turbina: 1 tipo Bulbo
Potência: 16,5 MW
Tipo de Reservatório: Fio d´água
Área do Reservatório: 2,49 km² (aproximadamente 332 campos de futebol).